sábado, 27 de dezembro de 2008
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
"Eu sempre achei que o amor, que o grande amor, fosse incondicional, que quando duas pessoas se encontram, quando esse encontro acontece, você pode trair, broxar, azar... todas as porradas. Se for o grande amor, ele voltará triunfal, sempre. Mas não. Nenhum amor é incondicional. Então, acreditar na incondicionalidade do amor é decididamente precipitar o fim do amor. Porque você acha que esse amor agüenta tudo. Então, de um jeito ou de outro, você acaba fazendo esse amor passar por tudo. E um amor não agüenta tudo. Nada nessa vida é assim. Daí, você fala que esse amor não tem fim para que o fim então comece. Um grande amor não é possível. E talvez, por isso, seja grande. Então, assim nele, obrigatoriamente, pode caber também o impossível. Mas quem acredita? Quem acredita no impossível que não apaixonadamente? Como a um Deus. Incondicionalmente."
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
domingo, 14 de dezembro de 2008
sábado, 13 de dezembro de 2008
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
sábado, 6 de dezembro de 2008
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
domingo, 23 de novembro de 2008
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
domingo, 26 de outubro de 2008
terça-feira, 23 de setembro de 2008
domingo, 21 de setembro de 2008
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
domingo, 14 de setembro de 2008
domingo, 7 de setembro de 2008
1 - Luana no metrô:
- Lu, conta pro Leo aquele dia!
- Que dia?
- Que você tentou se matar!
- Ah... Pô, aquele dia foi foda. Eu saí de casa de manhã e avisei a minha mãe: "Mãe, não usa a tinta da impressora. Tá acabando e eu tenho que imprimir uns trabalhos pra amanhã!" Quando eu voltei à noite, a poha da impressora não tinha mais tinta. Aí, eu fiquei puta mesmo. Falei que ela ia me dar o dinheiro pra eu imprimir na rua. E ela disse que não. "Você que fique reprovada! Não vai morrer por causa disso não!" Poha, cara. Aí bateu uma raiva. Eu fui até a cozinha pra pegar a faca, gritando "Você não tá vendo. Eu não agüento mais essa vida. Eu vou me matar!" Cara, pra quê?! Ela agarrou no meu pescoço (imitando a mãe), me imprensou na parede e começou a me enforcar. "Garota, você tá acabando comigo. Você vai me matar!" Poha, sai correndo pro meu quarto, me tranquei lá e comecei a rir.
(pessoas desconhecidas no metrô olham pra Luana e riem, algumas gargalham inclusive)
ps: a mãe deu o dinheiro no dia seguinte
2 - Luana e a moedinha na Pavuna
Luana descendo a passarela da Pavuna se depara com uma moeda de R$ 1 perdida no chão. "Oba, achei um real." Passa o pé em cima da moeda. Ela não sai do lugar. Passa o pé novamente. Nada. Abaixa pra tentar pegá-la. A moeda está literalmente colada no chão. Os camelôs ao redor riem e gritam "Ela caiu no truque da moedinha".
3 - Luana filando evento na UFRJ
- Ih, cara! Tá tendo evento aqui no fórum. Tem comida de graça! Caraleo, isso aqui é brownie? Oba! Ih, olha só, Júlia, até o padre tá comendo.
- Garota, aquele ali é o reitor!
sábado, 6 de setembro de 2008
- No. Yes. It gets easier.
- Oh yeah? Look at you.
-Thanks. [chuckles] The more you know who you are, and what you want, the less you let things upset you. yeah.
- I just don't know what I'm supposed to be, you know? I tried being a writer, but I hate what I write. And I tried taking pictures, but they're so mediocre, you know. Every girl goes through a photography phase. You know, like horses? You know? Take, uh, dumb pictures of your feet.
- You'll figure that out. I'm not worried about you. Keep writing.
- But I'm so mean.
- Mean's okay.
terça-feira, 2 de setembro de 2008
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
eu gosto dos venenos mais lentos
dos cafés mais amargos
das bebidas mais fortes
e tenho
apetites vorazes
uns rapazes
que vejo passar
eu sonho
os delírios mais soltos
e os gestos mais loucos
que há
e sinto
uns desejos vulgares
navegar por uns mares
de lá
você pode me empurrar pro precipício
não me importo com isso
eu adoro voar."
domingo, 31 de agosto de 2008
sábado, 23 de agosto de 2008
terça-feira, 19 de agosto de 2008
No caminho para casa, segurou a dorzinha de não poder chorar. Passos largos em busca de um refúgio. Na multidão, fantasiou lábios e ternuras. Se ao menos ela estivesse ao seu lado, talvez tudo parecesse mais fácil. Vida de merda. Detestava quando as coisas já não faziam mais sentido. Tudo tão perdido. Tudo tão sem ela.
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
domingo, 17 de agosto de 2008
sábado, 16 de agosto de 2008
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Para uma avenca partindo
domingo, 10 de agosto de 2008
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Lembrei o meu casamento aos oito anos, o arroz, a aliança feita de chiclete e as sessões de Rei Leão com meu primeiro encanto. Lembrei o primeiro beijo, o choque entre os dentes e a mordida nos lábios sem-querer-querendo quando não se sabe beijar. Lembrei o primeiro amor, o aprender a amar e a esquecer. Lembrei os anos rebeldes, as tardes recheadas de licor de damasco com maracujá em que passávamos ao som de Nirvana, os cortes nos braços nos momentos de raiva, o ato suicida envolvendo vodka e novalgina. Lembrei os dias rock and roll em que só queríamos ser cool e tirar um som com nossas guitarras. Lembrei as noites de sueca com os amigos na rua. Amigos que viraram a esquina e não voltaram mais. Pessoas que entraram e saíram da minha vida. Mas que deixaram o que há de melhor, as boas lembranças.
Então eu sorri ainda mais aqui dentro, pois carrego comigo o peso de vinte anos de lembranças. E mesmo os momentos que me pareciam trágicos aos quatorze anos, hoje os vejo como motivo de piada.
Nesse dia, então, eu adormeci sorrindo agarrada às minhas lembranças, sabendo que, daqui a vinte anos, vou sorrir ainda mais.
domingo, 3 de agosto de 2008
sábado, 2 de agosto de 2008
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
quinta-feira, 31 de julho de 2008
quarta-feira, 30 de julho de 2008
terça-feira, 29 de julho de 2008
Certas 'palavras' que ouço cabem tão dentro de mim que perguntar carece: como não fui eu que fiz?
"Descobri que minha obsessão por cada coisa em seu lugar, cada assunto em seu tempo, cada palavra em seu estilo, não era o prêmio merecido de uma mente em ordem, mas, pelo contrário, todo um sistema de simulação inventado por mim para ocultar a desordem de minha natureza. Descobri que não sou disciplinado por virtude, e sim como reação contra a minha negligência; que pareço generoso para encobrir minha mesquinhez, que me faço passar por prudente quando na verdade sou desconfiado e sempre penso o pior, que sou conciliador para não sucumbir às minhas cóleras reprimidas, que só sou pontual para que ninguém saiba como pouco me importa o tempo alheio. Descobri, enfim, que o amor não é um estado da alma e sim um signo do Zodíaco."
Memórias de Minhas Putas Tristes, Gabriel García Márquez
terça-feira, 22 de julho de 2008
quinta-feira, 12 de junho de 2008
terça-feira, 10 de junho de 2008
Aluguel? Casa própria!
Lágrimas como filhas.
E nos dias que saíam a passeio, sentia falta da felicidade que era ser triste.
Ser, não mais estar.
Angústia. Medo. Nos.tal.gia. Visitas constantes.
Pobre alma, morada, humano.
Não era poeta, mas já carregava sua dor.
sábado, 24 de maio de 2008
terça-feira, 20 de maio de 2008
Sofria a ausência, sofria os erros e as falhas.
O desespero de não entender.
Como sentimento algum podia povoar aquele coração, deserto árido e sombrio?
Detestava despir sua armadura de ferro, mostrar-se fraca e vulnerável.
Cerrou então os olhos antes que a última lágrima caísse.
E repetiu a si mesma: "That's just a phase, it's got to pass."




