quarta-feira, 30 de abril de 2008

Dias vazios, ser vazio. Corpos preenchidos pelo tic-tac do relógio. Nada estava bem. Tudo convergia conflitantemente. Atrasos e engarrafamentos. Vozes que não diziam. Vans de sete reais. Adesivos "Eu não amo a minha mulher". E ela se perguntava se tudo ali não era sonho. Os olhos pesados. Perdidos no dilema sono-lágrimas. Só esperando a hora da partida.