terça-feira, 22 de julho de 2008
Clichê, do francês cliché. Em seu sentido figurativo, lugar-comum, chavão. Pois bem. O medo nada mais é do que um clichê. O que poderia ser senão um clichê? Medo, terror, pavor. Não importa sob quais nomes ele se esconda, está sempre aqui, transcendendo tempo e espaço. E a cada dia, então, essa coisa deixa o casulo e ganha vida dentro de mim. Em uma espécie de metamorfose diária. Ontem, era medo da morte. Hoje, medo da vida. Quem sabe, amanhã, medo de não ter medo. Medo de ser grande e perceber que é o medo quem me faz pequena. Medo de, finalmente, me despir de todos os meus medos.
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2 comentários:
Enfim uma atualização! =P
Medo é realmente uma coisa bem clichê... E mentiroso é aquele que diz não senti-lo!
Beijão, Lu!
=]
Luana faz poesia, mas nem parece.
Coisas de eu lírico - ela poeta. Poetisa acho feio.
É, poeta que se esconde atrás do medo pungente de diminuir o CR.
Nem parece que a mesma que ri sacolejando os ombros, é quem escreve assim, assim.
Beijo, Lu!
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